Interseccionalidade e diversidade no beco sem saída da velha esquerda

Análise das abordagens de Eleanora Roldán Mendívil/Bafta Sarbo e Karin Stögner

Roswitha Scholz

O texto que se segue vai ser publicado na exit! nº 22 na Primavera de 2025. Decidimos publicá-lo antecipadamente na nossa homepage porque trata do contraste entre as posições anti-imperialistas (Roldan Mendivil/Sarbo) e anti-alemãs (Stögner), sobretudo no que diz respeito ao conflito no Médio Oriente, que mais uma vez provocou divisões no seio da esquerda. Tais divisões também podem ser uma das razões para ainda não se ter efectuado a comparação e discussão das duas abordagens no espectro feminista de esquerda. Em vez disso, o objectivo do ensaio aqui publicado é realçar tanto as diferenças como as semelhanças entre as duas posições, tendo como pano de fundo a crítica da dissociação-valor. Nem a concepção de Roldán Mendívil/Sarbo nem a de Stögner chegam a uma definição da forma no sentido da dissociação-valor, uma vez que operam no contexto de um anacrónico marxismo do trabalho ou de uma teoria crítica não desenvolvida. Mas as mudanças sociais (mundiais) das últimas décadas e a actual situação de crise não podem ser explicadas pelos esgotados marxismos que se entregam ao fetiche da luta de classes e ao fetiche do trabalho. (Apresentação do texto em exit-online.org, 03.01.2025)

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